Arquivo diário: 24 de outubro de 2013

Dica Coletiva: Livros da editora Martins Fontes com 50% de desconto

Até o dia 3 de novembro, a Livraria Cultura irá oferecer 200 títulos da editora Martins Fontes com 50% de desconto. A promoção reúne livros de diferentes categorias, incluindo arquitetura, artes, culinária, literatura e ciências.

O público pode adquirir clássicos como “A Arte da Guerra”, “As Crônicas de Nárnia (Volume Único)” e “Eis Aqui os Bossa-Nova” tanto  na página da livraria na internet quanto nas lojas físicas espalhadas pelo Brasil.

Quem comprar os títulos pelo site pode ainda receber sua encomenda com frete gratuito. Dão direito à isenção da taxa compras acima de R$ 60 na região Sudeste, e acima de R$ 150 nas demais regiões.

Na galeria abaixo, você acompanha alguns títulos com preço promocional. A lista completa está disponível no site da livraria.

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Manuscritos de Notícias: David Bowie revela os seus 100 livros preferidos

Style: "vvv"

Recentemente, a Galeria de Arte de Ontário, Toronto, está recebendo uma mostra itinerante intitulada David Bowie is que contém entre os 300 itens, de um total de mais de 70.000 do arquivo pessoal do cantor, anotações, letras originais, setlists escritos à mão, entre outras coisas. No entanto, o destaque para essa exposição é uma lista que os curadores Geoffrey Marsh e Victoria Broackes divulgaram recentemente: os 100 livros preferidos do cantor. Isso mesmo, 100 livros.

Dentre eles, encontram-se alguns clássicos contemporâneos como 1984, de Geroge Orwell, e Pé na Estrada (On The Road), de Jack Kerouac. A seguir, 10 livros da lista que, com certeza, valem a pena ser lidos, ainda mais por estarem na lista do Camaleão do Rock.

1. A Ilíada, de Homero, cerca de 800 a.C.

A obra conta a história de como Tróia foi sitiada pelos aqueus. Estes buscavam recuperar Helena, esposa de Menelau, que havia sido raptada por Páris.

2. Madame Bovary, de Gustave Flaubert, 1856.

Na obra, Flaubert critica devastadoramente as convenções burguesas de seu tempo contando a história de Emma, casada com Charles Bovary, que busca em outros homens o alicerce para seus desejos.

3. In Cold Blood (A Sangue Frio), Truman Capote, 1965.

A obra é um romance jornalístico. Gira em torno de uma reportagem investigativa sobre o assassinato de quatro membros da família Clutter – uma família muito respeitada na cidade –, ocorrido em 1959 na cidade de Holcomb, Kansas.

4. O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald, 1925.

Narra a história de amor de Jay Gatsby e Daisy, nos anos que sucederam a Primeira Guerra Mundial. Daisy casa-se com o milionário Tom Buchanan, mas Jay faz de tudo para enriquecer e reconquistá-la.

5. Lolita, Vladimir Nabokov, 1955.

É um livro que desafia tabus, que escandaliza. Conta a história de homem de meia idade que se apaixona por sua enteada, de doze anos, a qual a apelida de Lolita. É também uma aventura intelectual que não deixa ninguém indiferente à sensualidade alucinada presente na obra.

6. On The Road (Pé Na Estrada), Jack Kerouac, 1957.

O livro, de teor autobiográfico, conta as viagens de Sal Paradise e Dean Moriarty através dos Estados Unidos e México

7. Wonder Boys (Garotos Incríveis), Michael Chabon, 1995.

A obra conta a aventura de Grady Tripp, um escritor de meia idade que vive da fama conquistada na juventude. Mas nos últimos anos ele não lançou nada pois está preso em um romance de quase três mil páginas que não consegue terminar e sobrevive como professor em uma universidade.

8. Clockwork Orange (Laranja Mecânica), Anthony Burgess, 1962

A trama se desenrola em um futuro não determinado e conta a história de um jovem delinquente (Alex) e sua gangue (Pete, Georgie e Tosko) que espancam mulheres e anciãos ao som de Beethoven. É uma sátira à sociedade inglesa. Curiosidade: A música “Suffragette City” menciona a gíria “droogie” (amigo) durante os versos “Droogie, don’t crash here / There’s only room for one and here she comes, here she comes“.

9. Vile Bodies, Evelyn Waugh, 1930

Curiosidade: O cantor acusou esse livro como inspiração para sua música “Alladin Sane“.

10. Passing, Nella Larsen, 1929

Além de Passing, Nella só publicou mais um romance, intitulado Quicksand, que por acaso é o nome de uma música do moço Bowie no álbum Hunky Dory. Será?

11. Nineteen Eighty-Four (1984), George Orwell, 1949

1984 denunciou as mazelas do totalitarismo e tornou-se um dos mais influentes romances do século 20. De modo profético, George Orwell abordou temas relevantes como a quebra da privacidade.

 

Como foi citado anteriormente, esta é apenas uma pequena seleção dos livros. A lista completa você pode conferir aqui!

Bowie é descrito por Marsh como um “leitor voraz”. Isso porque tem a fama de ler aproximadamente “um livro por dia”. Parece ser improvável, mas quem sabe não existem outras pessoas por aí nesse mundo afora com a mesma vivacidade e desejo de leitura quanto Bowie? E então, agora que sabemos os livros preferidos de um dos ícones da música, que tal corrermos para a livraria mais próxima à procura de alguns deles? E vocês, já leram quais? O que achou dessa lista? Justa? Faltou o quê?

OBS: Confesso – Somente li 3 dos 100 livros (Laranja Mecânica, Lolita, 1984), mas sou perdoável por ter vivido menos que um terço da idade de Bowie, certo? 😛

Manuscritos de Notícias: “O Hobbit, o filme animado”, será lançado em Dezembro 2013

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Em novembro de 2012, o holandês Johan Zandbergen decidiu iniciar um projeto ousado. Criar um filme animado do livro clássico da literatura universal O Hobbit. Juntamente com o pessoal do estúdio Cosmiccreation. Ele se tornou fã há muito tempo e decidiu agora utilizar o seu trabalho e formação para o entretenimento de outros fãs.

O projeto está sendo feito no momento e tem prazo final para ser apresentado no natal  desse ano (dezembro de 2013). Ao que parece o roteiro será bem fiel aos livros e apresenta o tom infantil que a obra de Tolkien expressa, sem contudo perder o ar da Terra-média e seriedade da missão dos anões.

Veja por exemplo o personagem Fili, como apresentado na fanpage do projeto do filme:

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O Fili apresentado é bem mais parecido com o que é descrito por Tolkien, do que o idealizado nos filmes de Peter Jackson. Além da fidelidade a obra de Tolkien, o que chama a atenção é a qualidade do trabalho e os traços dos desenhos. Mesmo sendo um trabalho de fãs é algo feito por um estúdio e torna tudo mais profissional e de qualidade. O final do ano será cheio de presentes para os fãs de J.R.R.Tolkien e esse será mais um desses presentes de fã para fã.

Até então, essa é uma iniciativa que pode mudar os rumos de desenhos animados baseados no livro O Hobbit. O único desenho animado completo sobre o Hobbit foi lançado em 1977 e é considerado muito estranho (para não dizer bizarro), pois apresenta uma série de erros ou criações estranhas, como por exemplo os elfos da floresta parecidos com  sapos.  Depois de mais de trinta anos chegou a hora de se ter um filme animado que seja digno do nome O Hobbit de J.R.R.Tolkien.

Veja abaixo o primeiro teaser trailer liberado em 03 de janeiro desse ano e legendado em português:

Todos os fãs querem um trabalho de qualidade quando se trata de Tolkien e uma adaptação visual de sua obra. Veja um pequeno vídeo feito por fãs, provando que com um simples programa de photoshop e muita boa vontade pode-se fazer algo interessante:

O vídeo acima foi um teste (infelizmente) e seus idealizadores não têm intenção de fazer um filme, como o outro caso mais acima, o que é uma pena, pois esses poucos segundos podemos ver algo muito bom, em termos de animação.

Enfim, devemos esperar o filme do Hobbit no final do ano e nos sentir felizes porque muitas coisas novas vão surgir no fim do ano!

Dicas Literárias: 10 clichês narrativos que os escritores devem parar de usar, segundo Rob W. Hart

Cansado de recusar originais que não tinham nada de originais, Rob W. Hart, um autor e editor norte americano, escreveu os 10 clichês narrativos devem parar de ser usados.

Segundo o autor, o problema é o uso exagerado desses clichês por vários autores, o que cansa muito os editores e acabam fazendo com que os livros sejam rejeitados.

O artigo completo explica também: 1) por que é tão fácil cair nessas armadilhas, e 2) quais os principais motivos delas estarem tão por fora.

Segue a lista resumida.

  1. Personagens se descrevendo diante do espelho
  2. Fazer propaganda de futuras viradas no enredo (Ex.: “E o protagonista mal sabia que sua sorte iria mudar…”)
  3. Justificar o mau comportamento de um personagem através de pais malvados
  4. Piadas internas demais ou muitas referências obscuras
  5. A síndrome do “Escolhido”
  6. Contagem regressiva no roteiro (se não fizer “X” até o dia “Y” o “Z” acontece…)
  7. Mensagens passadas através de sonhos
  8. Usar o sexo como um modo do realizar fantasias pessoais no livro
  9. Arquétipos politicamente corretos de minorias (o índio sábio, o asiático honrado, o negro durão mas bonzinho, etc)
  10. Fazer personagens desmaiarem por conveniência da trama.

O artigo completo de Rob W. Hart pode ser lido nesse link (inglês).

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