Manuscritos de Notícias: Os Últimos Quartetos de Beethoven, o novo livro de Luiz Fernando Veríssimo

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Recém-recuperado de uma infecção nos rins que o atingiu no ano passado, o autor gaúcho acaba de lançar uma coletânea de dez textos de ficção, sendo três nunca antes publicados, intitulada Os Últimos Quartetos de Beethoven e outros contos.

“Não posso dizer que meu período no hospital tenha influenciado os contos que escrevi depois. Ao menos, não que eu perceba. Se houve alguma consequência, foi a difícil constatação de que realmente somos mortais”. – Luís Fernando Veríssimo ao jornal Estado de SP.

As histórias vão desde um ex-preso político atormentado por uma mancha no carpete a uma violoncelista que exerce um estranho domínio sobre cinco amigos. Aos 77 anos, o escritor aproveitou o período de recuperação para elaborar os textos inéditos apresentados no livro.

Em Os últimos quartetos de Beethoven e outros contos, Veríssimo vai do drama à comédia, marca registrada de suas obras. Vícios e virtudes do ser humano temperados pelo humor incomparável de um mestre da narrativa curta.

Sinopse: Amor, sexo, relacionamentos, obsessões, violência, morte, tem de tudo em Os últimos quartetos de Beethoven e outros contos: de histórias ligeiras, como a do passageiro com fobia por avião, a mais densas, como a do ex-militante assombrado por lembranças do passado. Vícios e virtudes do ser humano temperados pelo humor incomparável de um mestre da narrativa curta.

Os cinco eram apaixonados pela Livia. Um dia ela teve a ideia de um pacto de sangue para unir a turma até a morte. A amizade sobreviverá ao ritual? O texto inédito batiza Os últimos quartetos de Beethoven e outros contoso primeiro livro só de contos de Luis Fernando Verissimo.

Uma espanhola misteriosa e sensual, um ex-preso político atormentado por uma mancha no carpete, um expert em vinho que não bebe, um homem que precisa decidir até onde ir para ganhar uma promoção, uma violoncelista que exerce um estranho domínio sobre cinco amigos. Sem contar a empregada doméstica que resolve todos – eu disse todos – os problemas da casa. Quem mais além de Cremilda seria capaz de se livrar do agiota que inferniza a família e ainda por cima fazer um manjar branco igual ao da mãe do patrão?
O autor vai do drama à comédia, com incursões aqui e ali na tragicomédia. Como no caso do homem que, durante um enfarte, tenta se lembrar de onde botou o remédio e o que vêm à mente são as ruas de Copacabana, o Gordo e o Magro, as capitanias hereditárias, a linha média do Flamengo tricampeão dos anos 1940 e Gisela. Ah, a Gisela!
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Publicado em 20 de outubro de 2013, em Manuscritos de Notícias e marcado como , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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